Hey galera! Como puderam ver, recentemente voltei a movimentar o blog. Agora, vai ter minimamente 2 posts aqui por mês, trazendo alguma novidade e sugestões de artistas. Agora em setembro, já fiz duas publicações legais, inclusive sobre o anime Visual Prison – o anime que mistura o visual kei e o sobrenatural – que ganhou data de estreia.
E hoje, vim postar uma entrevista com um artista brasileiro que admiro: Gil Carvalho de Sousa. Muito obrigada por topar essa entrevista, Gil!
Para quem desejar acompanhar o artista, ele tem sua página no Facebook (só acessar aqui)!
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Entrevistando Gil Carvalho de Sousa
Pergunta: Em primeiro lugar, conte um pouco sobre ti para a galera! De onde você é? Quais são seus hobbies? Quais são as suas formações?
Gil Carvalho de Sousa: Primeiramente é uma honra poder participar do Universo J- Music, estou muito feliz e lisonjeado com o convite.
Sou o Gil Carvalho de Sousa, tenho 26 anos, sou do signo de sagitário, formado em licenciatura de Artes Visuais, sou nascido e moro na capital de São Paulo.
Toco violão desde oe 12 anos de idade e guitarra desde os 15 anos. Além desses instrumentos eu toco contra-baixo, teclado, piano, arrisco um pouco na bateria, cajon, pandeiro, meia-lua, percussão e atabaque.
Sou formado em licenciatura de Artes Visuais, gosto de ler (principalmente Hq’s), desenhar, pintar, escrever, dançar, assistir filmes (principalmente ficção que é meu gênero favorito) , assistir documentários e séries, gosto muito de acompanhar canais do YouTube, ando de skate há alguns anos(mas não sou tão bom assim rs) tenho minha namorada, já trabalhei com diversas coisas ao longo da caminhada e atualmente estou vivendo um dos melhores momentos da minha vida.
Perguntando de um hobbie em específico: vi que você gosta de artes visuais e de desenhos. Há quanto tempo tem esse hobbie? Já fez trabalhos profissionais nessa área? Nos conte tudo!
Eu desde criança sempre gostei de desenhar e me expressar artisticamente.
Na minha adolescência pensando em que faculdade ingressar, eu vi que Artes Visuais seria o melhor curso para que eu pudesse trabalhar e ao mesmo tempo por para fora toda criatividade e ideias que eu tinha. Optei por licenciatura, para pode poder passar a diante todo o meu aprendizado e minhas descobertas, assim, podendo atuar como professor futuramente. Estou prestando concursos públicos e pretendo atuar nessa área como profissão.
Trabalhos profissionais na área de Artes Visuais eu ainda não exerci, porém, já realizei diversos trabalhos informais.
Inclusive, quais suas maiores inspirações no mundo da música?
Dentro da música o meu maior ídolo sempre foi o Michael Jackson. Acho ele um artista completo, que experimentou de tudo dentro de sua arte e que quebrou diversos recordes e barreiras.
Na vida minhas inspirações são os meus pais.
No decorrer de sua carreira, você integrou algumas bandas e grupos musicais. Quais essas bandas e grupos? Ainda está em algum desses projetos?
Eu desde a época da escola me apresento com grupos musicais e teatrais. No ensino fundamental montei junto a colegas meu primeiro projeto. A idéia veio depois de um convite para uma apresentação de fim de ano na escola. Como eu já era muito interessado por shows e apresentações, ali foi uma oportunidade de montar algo relacionado a esse mundo da música. Me reuni com pessoas que também curtiam esse tema, montamos uma banda na qual eu era o guitarrista e fizemos esse primeiro show.
A partir dali, resolvi junto ao meu irmão Gildecy e meu amigo Wesley que iríamos seguir com uma banda e iríamos compor nossas próprias canções, já que além de tocar, tinhamos essa facilidade de compor e construir melodias.
Montamos em 2010 a banda de rock chamada “Rardyss” que durou 07 anos. Com a banda lançamos um EP e um vídeo clipe dirigido pela Foggy Films.
Em paralelo com a Rardyss em 2016 formei junto ao meu irmão Gildecy, meu primo Rodrigo e aos meus amigos Dieslei e Milton a banda de rockabilly Tubarões Urbanos, tocando clássicos do rock dos anos 50, 60, na qual estamos em atividade até hoje.
Em 2016 também comecei meu projeto solo tocando canções de artistas que admiro de todas as vertentes musicais e inseri minhas composições que não cabiam nas bandas nesse projeto, sendo algo bem mais pessoal.
Com o fim da Rardyss em 2017, montei uma dupla junto ao meu irmão Gildecy chamada “G.C Acústico”, na qual toco violão, canto e componho e o Gildecy toca cajon, canta, toca contra baixo as vezes e também escreve canções.
Em 2020 fui convidado a participar de uma banda tributo ao Green Day, que mais tarde se tornou a banda Divergente Estrada. Lançamos até o momento 06 músicas com a banda.
Nesse ano de 2021 junto ao Thiago Sammet’s (baixista da Divergente Estrada) e Jorge Gonzaga (baterista da Divergente Estrada) montamos o Power trio chamado “Andrack” e pretendemos lançar músicas próprias.
Atualmente estou na banda Tubarões Urbanos, Divergente Estrada, Andrack, G.C e meu projeto solo.
Quando você começou o seu projeto solo? E o que te levou a resolver começar o projeto solo?

Comecei em 2016. Algumas de minhas canções por serem muito pessoais não cabiam nas bandas na qual eu fazia parte. A idéia de montar esse projeto veio principalmente dessa necessidade de expor meus pontos pessoais e colocar o arranjo, letra e tempo que eu quisesse. Sozinho eu consigo ter mais liberdade em todos os sentidos e mais autônomia nas escolhas. Consigo ser o dono do meu próprio espaço e faço sem cobrança nenhuma. Sou eu comigo mesmo.
Vi que você já fez a composição e o arranjo de algumas músicas. Quais inspirações para as suas produções?
95% das músicas autorais que toco com as bandas são de minha autoria. As minhas músicas somos 100% feitas por mim. Acho essa questão da composição algo muito individual de cada projeto.
Eu escrevo de acordo com a temática e proposta de cada banda. Trata-se de um trabalho, e assim como qualquer qualquer outro exige um estudo e uma pesquisa de campo. Eu procuro observar e entender o que a banda quer passar naquela música, ou álbum, e trabalho baseado nesse tema . As letras não são necessariamente algo que vivi ou presenciei, muitas são obras de ficção.
No meu projeto solo eu procuro buscar inspirações no dia-a-dia e acontecimentos, e trabalho com situações mais reais e pessoais.
Quão importante foi o feedback de quem já trabalhou contigo? Já mudou alguma coisa importante em alguma música devido algum feedback?
Sim. Com certeza.
Principalmente com as bandas. As letras que faço para as bandas sempre tem algo que podemos mudar, incluir ou tirar. Sempre sou muito aberto nesse sentido das composições e o feedback dos meus colegas é sempre muito bem vindo.
Em quais plataformas podemos ouvir as suas músicas?
Estão disponíveis nas principais plataformas de streaming (Spotify, Deezer, YouTube, entre outras).
O que você diria para que mais pessoas valorizassem a música brasileira?
Eu acredito que cada povo deve valorizar sua cultura e a música que é feita em seu país. Temos que ter orgulho de nossos artistas, independente do gênero musical. Somos um povo rico e criativo culturalmente e temos muito a oferecer para o mundo. Vamos olhar com mais carinho e atenção para quem trabalha com música no Brasil, dessa forma iremos prestar mais atenção em quem está aqui conosco fazendo o que ama, expressando e compartilhando os mais diversos sentimentos através da arte.
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Passo a Passo

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Muito bom!!!👏
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